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terça-feira, 1 de novembro de 2011

TOMADA - O INEVITAVEL - 2011

“O INEVITÁVEL” é um disco de transição e traz dois elementos indispensáveis a registros deste tipo: a coragem para correr riscos e a nova apresentação dos elementos que sobreviveram às mudanças. O lado referencial do Tomada não foi descartado, mas chega aqui como apenas mais um elemento estético, como em qualquer bom disco em que as canções são a atração principal e onde a forma é ditada pelo conteúdo, não o contrário.

Os caras continuam sabendo fazer o “bom e velho” Rock'n'Roll como poucos, “ Música Forte” e “Catarina”, por exemplo, mas perderam o medo de se aventurar por caminhos que levam a fins não tão óbvios e mais peculiares como em “Calor de Abril” ou “DC 3”. Marciano vem seguro como nunca e mais compenetrado nas levadas que nas viradas, Cadinho achou seu jeito de cantar e de escrever (como “Entro em Órbita” ou “Ela Não Tem Medo”, um convite a um mundo de sons e ideias finalmente pintadas com as cores dele), a dupla de guitarristas/pianistas Marcião e Lennon é infernal e Pepe continua com seus malabarismos insanos embalados no ronco do Rickenbacker. Com produção caprichada, belas canções, performances inspiradas e mixagem primorosa de André T.,

“O INEVITÁVEL” mostra que o Tomada não esquece por onde andou, mas vem sem medo de se aventurar na direção do novo e do original.

“O INEVITÁVEL” é um grande passo de uma banda rumo à definição de sua identidade e a começar a escrever sua página no livro do rock brasileiro. Que venha o próximo disco que eu quero muito ver onde tudo isso vai dar.

Martin

Tracklist :

01 (Quero ter) uma música forte

02 Ela não Tem medo

03 Catarina

04 Entro em orbita

05 Bla Bla Bla, Bla Bla Bla (índios)

06 A sombra do trem

07 Luzes

08 O calor de abril

09 99 Centavos

10 Dc - 3

11 Rock de aventura

12 Hoje eu nao tenho muito a dizer


TOMADA: Ricardo Alpendre, Márcião, Lennon Fernandes, Pepe Bueno e Alexandre

Marciano.

http://www.mediafire.com/?mk52wb42qoqwbav

Conheça mais em http://tramavirtual.uol.com.br/artistas/tomada

terça-feira, 10 de junho de 2008

Tomada

Tomada é uma banda de rock'n'roll brasileiro, formada em São Paulo no fim de 2000. Com dois CDs gravados e apresentações em várias casas de shows e bares paulistas, têm em sua formação atual Ricardo Alpendre (voz), Rodrigo Casais Gomes (guitarras), Marcelo Pepe Bueno (baixo) e Alexandre Marcciano(bateria). Marcelo lançou “Nariz de Porco não é Tomada” é o primeiro disco solo dele neste ano, fundador e integrante da banda, ja postado aqui no Stay Rock. Hoje o Tomada ajuda a fazer a história do Rock nacional, lançando mais um álbum de rock honesto, com reverência ao que há de melhor na historia dessa música, e tentando expandir a linguagem e a energia do rock'n'roll, em disco e no palco. Integrantes que gravaram o disco: Ricardo Alpendre (vocal);Rodrigo Casais (guitarra);Marcelo Bueno (baixo);Keko Freire (bateria). Track-list (faixas): Tudo em nome do Rock´n´roll 01. Notícias de Ontem 02. Só era pra ter Você 03. Na Estrada 04. Soul Mais 05. Blues Lento em C 06. Tudo em Nome do Rock & Roll 07. Doses Depois 08. Humble Pie 09. D'Nada 10. Shine 11. Não Ligo site http://www.tomada.czpublicidade.com/

quarta-feira, 30 de abril de 2008

“Nariz de Porco não é Tomada” é o primeiro disco solo de Marcelo Pepe Bueno, fundador e integrante da banda Tomada. O disco conta com participações de renomados músicos da cena brasileira - um pouco de Golpe de Estado, Carro Bomba, Tomada, Baranga, Crazy Legs, Pitty, Denny Caldeira, Symbols, Pedra, e muito de Pepe Bueno. 9 canções inéditas de rock brasileiro, compostas pelo paulista e seus parceiros, sonorizam este disco. Piano "velho oeste", slide, boogie e guitarras plugadas em amplificadores valvulados, mais riffs, letras impróprias, pratos e bumbos vizualizados na sala da frente. Aperte play e não pare o rock!!! Pepe simplesmente se cercou de alguns amigos músicos, a grande maioria desconhecida do público (o tecladista Rodrigo Hid, ex-Patrulha do Espaço, o baixista do Golpe de Estado, Nelson Brito, e o vocalista do próprio Tomada, Ricardo Alpendere, são os mais famosos) e mandou ver aquilo que sabe fazer melhor: Rock’n’Roll. O resultado, justamente por isso, é soberbo. Faixas dançantes, com melodias grudentas mas honestas, tocadas com simplicidade (mas nem por isso sem talento) e muito, mas muito feeling são a tônica do trabalho. Prestando atenção nos detalhes, é possível perceber a gama de influências de Pepe, como o Country, as baladas setentistas, cheias de peso e emoção, e o Blues, que ponteia todo o trabalho. Um rock brazuca como nos velhos tempos!!